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Modelo de intervenção DIR/Floortime

Modelo de intervenção DIR/Floortime

“Todas as crianças têm em si o potencial para serem fantásticas.

É nosso dever criar um mundo fantástico no qual esse potencial possa florescer”

Stanley Greenspan

Floortime é a intervenção prática do modelo teórico DIR desenvolvido por Stanley Greenspan que se baseia em 3 áreas: desenvolvimento funcional e emocional, diferenças individuais e relação.

A intervenção decorre no chão, daí a sua designação Floortime que quer dizer “tempo de chão” o que permite estar no mesmo nível da criança!

As interações são lúdicas orientadas pelos interesses e características da criança durante o brncar.

Os interesses e motivações da criança são aproveitados para iniciar ou expandir a interação, relação e comunicação entre o adulto e a criança.

São colocados desafios que desenvolvem as capacidades sociais, emocionais e intelectuais da criança.

Envolvimento dos pais é essencial, pois reforça os vínculos afetivos e simultaneamente capacita-os para uma melhor compreensão dos seus filhos.

Segue uma ótica “de dentro para fora”, pretende-se perceber o que desencadeia determinado comportamento e intervir sobre a causa.

Destina-se a crianças com Perturbações do Neurodesenvolvimento (Perturbação do Espectro do Autismo, Atraso Global do Desenvolvimento, Perturbação do Desenvolvimento intelectual, entre outras), Perturbações da aprendizagem ou a crianças com problemas socio-emocionais.

Dia Internacional Da Felicidade

Dia Internacional Da Felicidade

“A nossa felicidade depende de coisas tão pequenas!” 

Oscar Wilde

O Dia Internacional da Felicidade, celebrado em todo o mundo a 20 de Março, foi conceitualizado pela Assembleia da ONU em 2012, com o objetivo de defender a felicidade enquanto um dos objetivos fundamentais do ser humano. A determinação desta data é uma forma de reconhecer a relevância da felicidade, bem-estar e liberdade individual como metas universais de desenvolvimento das nações, constituindo um novo paradigma de desenvolvimento mundial.

Mas o que é a Felicidade? O significado de Felicidade em qualquer dicionário, passa por um estado de satisfação, equilíbrio e harmonia associados ao bem-estar espiritual e paz interior, promovidos por emoções e atitudes positivas. Contudo, a Felicidade é um conceito muito subjetivo, que varia de pessoa para pessoa e assume aspetos e caraterísticas diferentes em cada momento da nossa vida. O padrão da nossa Felicidade está fortemente vinculado a fatores externos, mas a chave são os nossos pensamentos, comportamentos e atitudes intencionais.

Muitas vezes, por medo, não nos permitimos ser felizes. Mas a Felicidade é também saber estar infeliz. É experimentar sentimentos como a raiva, a solidão e a tristeza, abraçá-los e aceitá-los como parte de nós.

Quando foi a última vez que se permitiu ser feliz? Independentemente do que pensa que seja motivo para que não possa sorrir e por mais que pareça que a maré luta contra a sua Felicidade, sorria. Mesmo quando não for possível sorrir, sorria. Não feche as portas a este bem tão precioso que é a Felicidade. A maré muda e quando se der conta, afinal não era a maré que o impedia de ser feliz, mas o não saber qual caminho seguir e acreditar que era a maré que estava contra si.

Permita-se ser feliz, porque a Felicidade não se encontra mas sim cria-se todos os dias. Como escreveu Oscar Wilde, a nossa Felicidade depende de coisas tão pequenas!

Então que possamos sorrir e abrir espaço para a Felicidade nas nossas vidas.

Que não deixemos para amanhã.

Sejamos felizes!

Dia dos Avós – Os Avós são os “Pais com Açúcar”

Dia dos Avós – Os Avós são os “Pais com Açúcar”

Dia dos Avós: 26 de julho
Os Avós são os “Pais com Açúcar”

Quando pensamos nos Avós, automaticamente surgem boas sensações em momentos de ternura, de paciência quase inesgotável e, como já li em algum lado, é ter por perto os Pais mas com Açúcar ou, conforme os gostos, com mel, chocolate ou chantilly.
Por isso, ainda bem que Vocês, Avós, existem e que, no entender de muitos, são os “segundos” pais, mas que, ao contrário dos “primeiros”, conseguem tolerar melhor o que os netos fazem, contemplar e desfrutar plenamente de uma brincadeira sem a preocupação de ver se está tudo acautelado, se o banho está preparado, se a mochila está pronta para o dia seguinte e se todas as obrigações estão asseguradas. Os Avós são o colo ternurento e seguro quando os pais insistem em zangar-se porque os brinquedos estão espalhados pela casa, o banho está à espera, a refeição já arrefeceu, a hora de deitar é adiada continuamente…
Os Avós são os amigos com a sapiência e a experiência de já terem sido crianças, adolescentes, filhos e pais e conseguirem perceber que hoje é que interessa e hoje é dia para mimar e brincar.
Atualmente divulga-se largamente educar com mindfulness mas os Avós já o fazem, sem qualquer formação ou conhecimento formal.
Os Avós são a versão melhorada dos pais, com maior disponibilidade e mais conhecimento para perceber que a infância termina tão rapidamente e o tempo não volta atrás para recuperar momentos de afeto, carinho, brincadeira e partilha.

Obrigado(a) queridos Avós!

Dia Internacional do Brincar

Dia Internacional do Brincar

Brincar para Aprender!
O dia internacional do brincar celebra o artigo 31º da Convenção sobre o Direito das Crianças nas nações Unidas que apela ao direito de brincar. Brincar é a principal ocupação da criança, é uma atividade espontânea, voluntária, criativa e intrinsecamente motivadora. Segundo a National Institute for play, “Brincar é uma forma de estar imensamente prazerosa. Brincar dá-nos energia e anima-nos. Alivia o peso dos nossos ombros, renova um senso natural de optimismo e abre-nos novas possibilidades”.

É através do brincar que a criança aprende a compreender o mundo que a rodeia, por exemplo, brincadeiras ao ar livre, idas ao parque infantil, permite que a criança ganhe mais consciência do seu corpo e consiga coordenar melhor os seus movimentos. Brincar ao faz de conta, contar e recontar histórias são exemplos de brincadeiras que promovem o desenvolvimento de competências de linguagem e comunicação.
É através de brincadeiras que a criança recria situações e conflitos da sua vida familiar e social, encenam os seus medos, ansiedades, permitindo assim a expressão das suas emoções. A brincar auscultamos o Mundo da Criança, promovendo assim o seu desenvolvimento intelectual, psíquico, emocional, físico e social.

Brincar para além de ser crucial para o desenvolvimento da criança, é também uma capacidade e uma necessidade. Uma criança que não brinca ou que tem dificuldades em brincar é um sinal de alerta para o seu desenvolvimento global.

Enquanto Terapeutas procuramos envolver a criança e os pais num plano individualizado, utilizando o “brincar” como ferramenta para avaliar e intervir, permitindo à criança desenvolver as competências motoras, emocionais, de comunicação e linguagem necessárias para explorar o ambiente e conseguir responder aos novos desafios.

Os pais/educadores são os agentes preferidos das crianças para as suas brincadeiras, não há nada mais divertido e terapêutico que ver pais e filhos a brincar. Famílias que brincam são mais felizes e coesas. Contudo, sabemos que na correria do dia-a-dia, o brincar, fica esquecido, dando-se cada vez mais ênfase à educação formal e a actividades mais estruturadas. Atendendo aos efeitos positivos do brincar no bem-estar e felicidade, brincar em família devia fazer parte da rotina diária de qualquer família.
Sugestão de brincadeiras para o dia de hoje:
• A caminho de casa, que tal uma “chuva de palavras”? – vamos dizer, à vez, nomes de animais? frutas? transportes? cores? instrumentos musicais?
• Brincar às apanhadas no jardim, com direito a ataque de cócegas no fim!

“Play gives children a chance to practice what they are learning”, Mrs Rogers.

Catarina Garcia – Terapeuta Ocupacional
Liliana Almeida – Terapeuta da Fala.

Dia da Família

Dia da Família

Geralmente a família tem a sua origem num namoro, breve ou duradouro, entre duas pessoas. Nesta fase de formação da família, o par conjugal procura colocar de parte qualquer divergência ou característica menos atraente da pessoa amada e faz figas que, com a convivência, se vão ajustando à medida um do outro. Aquando a fase do namoro, materializa-se o matrimónio ou união de facto, onde surge a necessidade de um ajuste diário em busca pela individualidade de cada parceiro, mas também dos mesmos enquanto casal.
Com o nascimento dos filhos ou da sua adoção, a família ganha outra dimensão, assim como surge uma necessidade de reorganização do funcionamento e da estrutura familiar, onde se procura promover o primeiro meio de socialização aos filhos.
Por imitação e identificação, os filhos vão apreendendo regras sociais, valores e atitudes demonstrados por essas figuras de referência, e que mais tarde vão sendo adaptados. Dada a importância da família, enquanto primeiro meio socializador, a mesma deve garantir e promover na criança a satisfação das suas necessidades materiais e emocionais, promovendo autoconfiança, autocritica e autoestima, entre outras habilidades que possibilitem a criança de estabelecer e desenvolver relações sadias e, daí resultante, um crescimento harmonioso.

Patrícia Matos
Psicologa CDIJA

Dia da Mãe

Dia da Mãe

Hoje celebra-se o dia da mãe ou melhor o dia de todas as mães, sejam elas biológicas ou de coração. Porque mãe é aquela que cuida, abraça e acarinha uma criança como se fosse sua!
A palavra mãe provém da palavra “mater”, originária do latim, aquela que é ou desempenha a função de mãe, da mulher que gerou, deu à luz e criou seus filhos. E se olharmos para a palavra Mãe parece muito semelhante em quase todas as línguas do mundo: mãe, mother, madre, mum, mama, mére… Uma palavra facilmente compreensível em qualquer idioma. Fácil de pronunciar e muito mais fácil de sentir.
Mãe ou Mamã é facilmente pronunciada pelos bebés, que primeiro associam o som Ma a alimento (que tendem a fazê-lo enquanto são amamentados).
A mãe que, no início da vida, alimenta e sacia as necessidades básicas, como a fome, no entanto, ao longo do tempo, vão-se transformando noutras necessidades. A importância destas primeiras interações da mãe com o seu bebé passarão a ser o palco de todas as representações da vida futura. Estas representações irão dar significado e sentido a toda uma vida psíquica e afetiva que está prestes a assumir uma narrativa comum. A mãe passará a assumir uma série de papéis e o bebé irá absorver o seu mundo interno a partir da boa ou má representação de todas estas encenações.
É através da linguagem, sentimento e pensamento da mãe que o bebé sente e vive o mundo e lhe começa a dar sentido, significado, continente e conteúdo. É através da mãe que aprende o que é sentir medo, carinho, amor, confiança, segurança e, sobretudo, respeito por aquela pessoa que o vai desenhando interiormente.
É através do AMOR e da linguagem comum entre mãe e bebé que se vão construindo as bases daquela que será a CASA para a vida. E é através dela (MÃE) que percebemos que o melhor Porto de Abrigo foi sempre o seu, que percebemos também que o seu Amor foi uma dádiva sem nada pedir em troca e o seu sentir foi incondicional, para lá do infinito e mais além. Também percebemos ao longo do tempo, bem mais presente quando somos adultos e ainda mais quando somos pais, que Mãe fica sempre para todos os momentos… mesmo que não esteja presente fisicamente, que Mãe será sempre eterna… no coração dos filhos!
Por tudo isso, hoje posso dizê-lo que me orgulho na Mãe que tenho e na Mãe em que me tornei, e estas vivências têm-me permitido entender, enquanto pessoa e profissional, todas as Mães que nos procuram em busca do melhor para os seus filhos.

Natacha Ricardo
Filha, Mãe e Psicóloga Clínica

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